O Amor!

O sentimento que move o mundo…

Pense em alguém de quem você goste muito.
Do passado, do presente ou do futuro.
Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável.
Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você.

Conecte-se com o amor que habita você.
Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você.
Vá expandindo a sua capacidade de amar.
Inclua todas as pessoas que você conhece.
Agora inclua as que você não conhece.
Inclua próximas e distantes.
Inclua pessoas que você jamais viu.
Os povos africanos, asiáticos, australianos.
Os povos e tribos de toda a Terra.
Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores, e insetos.
Flores e pássaros. Mares, rios, oceanos.
Inclua a vegetação da Amazônia e da Patagônia.
Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara.
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora.
Inclua os Lusíadas, a Odisseia, Kojiki.
Inclua toda a literatura mundial.
Um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakespeare.
Um tanto de Saragosa, uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz.
Inclua todas as religiões.
Como se não houvesse dentro nem fora.
Imagine, como John Lennon, que o mundo é um só.
O mundo é uno.
O mundo, o Universo, o Pluriverso é um só.
Nós somos unas e unos com o uno.
Perceba.
Isso que digo é verdade.
E só há esse caminho.
Inúmeras analogias, linguagens étnicas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incandescente, brilhante, da vida em movimento transformador.
Somos a vida da Terra.
Somos a vida do Universo.
Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes de ir além deste saquinho de pele que chamamos o Eu, nos contatamos com a essência da vida. Que é a nossa própria essência e de tudo que é, assim como é.
Algum nome? Nenhum nome?
Caminhemos. Tornamos-nos o caminho a cada passo.
Que cada passo seja um passo de paz.
Que os dias se abram com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos.
Abertura para o infinito.
Abertura para a imensidão.
Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria.
Abertura para a compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que aqui e agora, juntas, juntos, nos tornamos.
E ao nos tornarmos o amor, tudo se torna vida e vida em abundância.
Ame e manifeste esse amor agora!

Por Monja Coen

Imagem: Patrícia de Abreu Burgo

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